Ivermectina funciona para o COVID-19? Estudos de alguns países

Ivermectina funciona para o COVID-19? Resultados de estudos de alguns países

Pessoal, a covardia e a isenção em tempos de pandemia podem custar muito caro.

Nesse artigo, vou comentar sobre os estudos em 3 países

01- Ivermectina funciona para o COVID-19? Estudo dos EUA

Ivermectina funciona para o COVID-19 - Estudos

Eu vou comentar aqui a respeito de um estudo realizado no serviço de saúde pública dos Estados Unidos, em um momento totalmente inapropriado, na fase 3 da doença, já que sabemos que quanto mais precoce iniciar o tratamento, melhor.

Quais foram os achados?

Mesmo nessas condições adversas e tardias a ivermectina teve efeito.

Nesse estudo a ivermectina foi utilizada em pacientes já com doença pulmonar SEVERA. Foram 173 pacientes usando ivermectina, comparados com 107 controles, destes 173, 75 eram pacientes graves.

No GRUPO DOS GRAVES, entre os que utilizaram ivermectina, a mortalidade foi de 38,8%, e nos que não usaram ivermectina a mortalidade foi de 80,7%.

Uma diferença de mortalidade de 52%.

Eu vou deixar o link desse estudo, ainda não publicado, para quem quiser saber mais.

 

02- Ivermectina funciona para o COVID-19? Estudo do Iraque

Eu vou comentar aqui a respeito de um estudo realizado no Iraque.

Foram estudados pacientes com doença leve a moderada e hospitalizados.

Foi comparado o uso de ivermectina somada ao uso de hidroxicloroquina e azitromicina, com um grupo que usou somente a hidroxicloroquina com azitromicina.

Ou seja, teve a turma que usou hidroxicloroquina com azitromicina e a turma que usou ivermectina, associada a hidroxicloroquina com azitromicina.

Trata-se de um estudo pequeno, em que 71 pessoas usaram duas drogas e 16 pessoas usaram as três.

Quais foram os achados?

Todos os 16 pacientes que usaram a combinação das três drogas se curaram!

Foi 100% de cura!

Já no grupo que não usou ivermectina, e só usou hidroxicloroquina com azitromicina a taxa de cura foi de 97.2%, já que morreram dois nesse grupo.

E é lógico que a conclusão não poderia ser outra, estudos maiores são necessários.

Leia o estudo nesse link

03 – Ivermectina funciona para o COVID-19? Estudo da China e Bangladesh

Eu vou comentar aqui a respeito de um estudo realizado na China e Bangladesh.

Nesse estudo foram comparados dois grupos de pacientes, com doença leve a moderada e hospitalizados, e de maneira prospectiva, ou seja, foram sendo acompanhado do começo ao fim.

Um grupo que usou hidroxicloroquina com azitromicina, e outro grupo que usou ivermectina com doxiciclina.

Quais foram os achados?

A conclusão final desse estudo foi a de que, em relação ao resultado do tratamento, efeitos colaterais e segurança, a combinação de Ivermectina com Doxiciclina é superior à terapia com Hidroxicloroquina com Azitromicina no caso de pacientes com grau leve a moderado de COVID-19.

O mais surpreendente nesse estudo é que foi usada uma dose única de ivermectina, 200 MICROGRAMAS por quilo de peso, então foi uma dose relativamente pequena e por pouco tempo.

Todos os pacientes do grupo A, usando ivermectina mais doxiciclina zeraram a carga viral, verificada através do RT-PCR, após uma média de 9 dias de uso, e metade desses estavam sem sintomas depois de 5 dias de uso.

Já no grupo B, de azitromicina mais hidroxicloroquina, 96,36% negativaram o PCR com 7 dias e estavam sem sintomas com pouco mais de 10 dias de uso.

A combinação de doxiciclina com ivermectina parece ser superior ao da hidroxicloroquina com azitromicina, mas certamente mais estudos serão necessários para confirmar isso.

Leia o estudo completo

 

Ivermectina funciona para o COVID-19? Minha opinião pessoal

Estranhamente, e por algum motivo não bem explicado, colegas que em outros tempos prescreveriam sem problemas remédios sem nível de evidencia científica grau A, tem criticado qualquer protocolo de prevenção ou tratamento precoce para o covid-19.

Devemos lembrar que nível de evidencia científica A é a exceção e não a regra em Medicina.

Somente 10% do que é realizado em cardiologia moderna está nos conformes do que hoje é chamado “Medicina baseada em evidências”.

Então exigir uma coisa que é exceção no dia a dia dos médicos, especialmente em um momento de crise, é no mínimo estranho, e convém analisar as motivações por trás disso.

Remédios ditos “seguros”

Quando se fala em segurança de medicamentos, muita gente não sabe que muitos dos remédios vendidos livremente nos balcões de farmácia são drogas perigosas se usadas por muito tempo; e podem levar a perda de funcionamento dos rins e do fígado.

Isso inclui a “inocente” dipirona ou novalgina, o “inócuo” paracetamol ou tylenol e os antiinflamatórios nimesulide e diclofenaco.

Didier Raoult é um cientista francês que há nove anos estuda coronavírus, e um dos maiores microbiologistas do mundo.

Ele defende o tratamento precoce e tem estudos publicados sobre isso.

Concluam vocês mesmo quais seriam as motivações.

Existe um dado que chama muito a atenção na França: O índice global de letalidade naquele país é de 18%, porém nos locais de tratamento precoce com as tais drogas baratas e polêmicas é de somente 0,5%.

Seria uma estatística observacional? Sim.

Seria nível de evidência A? Lógico que não.

Será que faz sentido continuar batendo o pé exigindo esse nível de evidência?

Caso de Porto Feliz

Devemos lembrar iniciativas como a realizada em Porto Feliz, pequena cidade do estado de SP.

Ela tem como prefeito o Dr. Antônio Cássio, que é médico, e adotou um protocolo precoce de tratamento com essas drogas polêmicas e baratas que vocês já ouviram falar.

E os resultados tem sido excelentes, pesquise na web e no próprio YouTube se desejar.

Caso da Prevent Senior

Procurem saber a respeito dos dados do Pedro Batista da Prevent Senior, que tem 60 hospitais próprios e com 500.000 vidas, média de idade de 68 anos.

Procure saber sobre o sucesso do protocolo precoce da Prevent Senior.

Caso da Unimed de Belém

Procure saber também a respeito dos dados da brilhante infectologista, Dra. Vânia, do serviço da Unimed de Belém, com excelentes resultados com o tratamento precoce.

Eu pessoalmente prefiro errar correndo o risco de acertar do que ser omisso.

Ivermectina, Zinco e Vitamina D nunca mataram paciente.

E o pessoal que após ir para o pronto socorro são liberados para casa com receita de sintomáticos e abandonados a própria sorte?

Essa conduta não é potencialmente muito mais arriscada?

Reflita sobre isso.

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Dr. Alain Dutrahttps://artigos.alainuro.com
Dr. Alain Dutra é médico urologista e aplica a Medicina Funcional, Integrativa e de Estilo de vida e princípios ortomoleculares.

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