Sabemos que para os pessoas sensíveis ao glúten, o consumo causará uma resposta inflamatória nos intestinos, e muitas vezes em outras partes do corpo, como foi falado na postagem sobre Sensibilidade ao glúten. Mas como saber se você é sensível ao glúten? Porque os médicos convencionais tem dificuldade em diagnosticar? E qual é a importância de “acalmar” essa reação inflamatória da exposição ao glúten?

Um exemplo muito real em consultórios:
Você chega no consultório com alguns sintomas, podendo ser intestinais ou não, pequenos ou mais sérios. O médico executa o perfil de sangue padrão para doença celíaca e a endoscopia com biopsia (isso se o médico optar por investigar a doença celíaca por algum quadro intestinal, o que muitos vezes não é o caso), apenas os anticorpos antigliadina são positivos (muito comum acontecer) ou apenas o exame genético HLADQ2 OU HLADQ8 (os mais comuns de se pedir, mesmo sendo o ideal conferir todos do DQ2 ATÉ O DQ8). O médico diz ao paciente que “não há problema em comer glúten porque os anticorpos teciduais e endoscopia são negativos ”.
O paciente acata feliz, afinal ele não quer deixar de comer seu pãozinho. Mas o paciente não se sente bem ao come-lo, muitos de seus sintomas continuam e não são resolvidos, mas o médico pode dizer que é do estresse do dia-a-dia.

Onde está o problema? O problema é o teste. Ou confiar APENAS no teste de laboratório!

Por que? Doenças auto-imunes, são a 3ª principal causa de morbidade e até mortalidade no mundo industrializado, e são dez vezes mais comuns em um sensível ao glúten do que na população geral!

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