Vírus e polêmica das vacinas – Novas informações revolucionárias!

Vírus e polêmica das vacinas – Novas informações revolucionárias!

Você quer aprender informações revolucionárias sobre o vírus da gripe e o enorme impacto que isso pode ocasionar nos tratamentos, especialmente vacinas?

Leia o artigo ou assista ao vídeo que vamos discutir a respeito desse assunto.

Quem estuda comportamento de mercado e acompanha as indústrias alimentícia e farmacêutica sabe que é comum um suplemento esportivo ou uma medicação serem lançadas para uma finalidade bem específica e depois as empresas empurram para bem mais gente através de campanhas de marketing bem orquestradas.

Ou mesmo através de influência nos médicos, no caso dos remédios.

Eu vou dar dois exemplos aqui para você entender. O primeiro exemplo é a famosa bebida eletrolítica que começa com “gueito” e termina com “reide”.

Ela foi desenvolvida para atletas de endurance, aqueles que correm muitos quilômetros, para repor sódio, potássio entre outros minerais.

Através de marketing intensivo, hoje até aquele menino gordo que não sai do videogame toma essa bebida.

Outro exemplo são as estatinas, com o passar do tempo as diretrizes foram mudando para aumentar o número de pessoas que tomam esses remédios para colesterol.

Antes era um grupo bem pequeno, hoje se bobear tem cardiologistas querendo colocar na caixa d’agua municipal para todos beberem, porque a visão deles é que isso é altamente benéfico.

Para saber mais sobre a verdade sobre as estatinas assista esse vídeo.

As Vacinas

Bem, algo parecido aconteceu com as vacinas. Elas certamente salvaram incontáveis vidas, especialmente a de poliomielite e as tríplices virais.

Evitaram milhões de sequelas neurológicas. Então elas têm um enorme mérito quando indicadas e usadas com responsabilidade.

O problema é que criaram um mercado multibilionário e isso atiçou a ganância de muitas empresas que aprenderam a manipular a imprensa e muitos médicos.

Então hoje existe um monte de vacinas de eficácia duvidosa e que podem causar complicações raras mas muito graves, como doenças neurológicas gravíssimas.

E existem clínicas especializadas tentando empurrar um monte de vacinas. Existe um limite de tolerância do corpo para tanto estímulo imunogênico, ou seja, o corpo pode sofrer um estresse excessivo no sistema imune.

O problema é que ninguém sabe qual é esse limite e ele varia muito de pessoa a pessoa. Mas a indústria não quer nem saber e empurra tudo em você.

Mas e se eu te disser que a pesquisa fundamental sobre o que exatamente são esses vírus, como eles nos infectam, ainda não foi realizada?

E se eu te disser que muito do que é assumido e acreditado sobre o perigo de micróbios, particularmente vírus, pode estar tudo errado se colocado à luz de novas descobertas radicais recentes em microbiologia?

Segundo a mídia divulga, o chamado vírus da gripe seria uma força inexorável e letal e todos os cidadãos de bebês a idosos deveriam ser vacinados.

E para isso existe a vacina da Influenza, popularmente conhecida como vacina da gripe.

Todos os que são contra essa vacinação em massa são automaticamente taxados de malucos, atrasados e irresponsáveis.

Nas palavras de Bill Gates, quem critica esse tipo de vacinação está “matando criancinhas”.

O problema é que existem centenas de vírus que provocam sintomas exatamente iguais da gripe ou influenza, nós chamamos esse vírus coletivamente como vírus dos resfriados.

Mais de 200 vírus causam sintomas gripais ou de resfriado, como febre, dor de cabeça, dores no corpo, tosse e coriza.

Sem exames laboratoriais, os médicos não conseguem diferenciar influenza dos outros vírus. Todos duram dias e raramente levam a morte ou doença grave.

Quando a morte acontece, o problema fundamental é a saúde geral das pessoas que estão vulneráveis, não o vírus em si.

Na melhor das hipóteses, as vacinas podem ser eficazes apenas contra a Influenza dos tipos A e B, que representam cerca de 10% de todos os vírus em circulação. Vou repetir, a vacina só vai ajudar a evitar 10% dos quadros gripais ou de resfriado.

Até o uso da palavra “imunização” para descrever a vacinação da gripe é altamente enganador.

No momento em que a palavra é usada, ela já pressupõe eficácia e faz parecer que os que optam pela não vacinação são contra a imunidade.

Porém quem é contra a vacina da gripe em geral é na verdade pró-imunidade.

Essas pessoas advogam ar limpo, comida adequada, água não contaminada e luz solar, e uso responsável de vitaminas e suplementos.

Não é justo que sejam impedidos de evitar que seus filhos saudáveis sejam submetidos a procedimentos médicos com eficácia duvidosa.

Agora eu vou te contar uma coisa chocante, se segura aí na cadeira.

O vírus da gripe não existe do jeito que te ensinaram.

Um artigo de 2015, cujo título é muito técnico, esse foi o primeiro estudo que estudou profundamente a estrutura do vírus.

Agora, imagina, como foram investidos bilhões de dólares em vacinas a respeito de um agente infeccioso que até poucos anos atrás mal se sabia detalhes a respeito de seus blocos básicos de construção, isso é bem difícil de entender.

Mas é verdade mesmo assim.

Vou falar em uma linguagem que vocês vão conseguir entender, a respeito das principais conclusões desse estudo.

Conclusão 1

O vírus da Influenza é feito principalmente do material próprio da célula infectada. Ele está na fronteira de algo inanimado e algo vivo.

Para se reproduzir ele precisa parasitar a célula e usar sua estrutura para se reproduzir. Ele não consegue fazer absolutamente nada sem usar a maquinaria das células.

A maior parte da constituição do vírus, das proteínas e gorduras, são roubadas da célula.

Portanto é como se fosse aquele caranguejo ermitão, não sei se vocês conhecem, é aquele crustáceo que não tem concha própria e sai por aí procurando outras conchas deixadas por outros bichos para se proteger, já que ele tem a carne muito mole e é muito vulnerável.

Quando ele cresce precisa trocar de concha, e é sempre uma concha emprestada, ele mesmo não produz.

Bem os vírus são parecidos, se eles infectam uma ave, vão ter as proteínas de uma célula de ave, se infectam um inseto, vão ter as proteínas do inseto, o mesmo acontece com humanos e assim por diante.

Então se a maior parte do vírus não é do vírus, ele roubou de nossas células, como podemos fazer uma vacina que não vai induzir autoimunidade, não vai induzir o nosso sistema imune atacar nossas próprias proteínas?

Me parece uma tarefa no mínimo difícil, não é mesmo?

Conclusão 2

Os vírus tem uma semelhança muito grande com estruturas recentemente descobertas nos organismos, chamadas de exosomas.

São vesículas ou bolinhas microscópicas que tem RNA dentro, um tipo de material genético, e que as células usam para se comunicar entre si.

Então além de hormônios, neurotransmissores e outros mediadores químicos entre células, nós temos os exosomas.

Existe uma teoria que diz que pode ser que parte dos vírus tem papel na ecologia dos organismos e servem como mensageiros entre espécies e até entre reinos dos seres vivos.

Então, assim como temos bactérias do bem que são do microbioma ou da flora normal das pessoas, teríamos também vírus que poderiam ser benéficos e fariam parte do viroma.

Eu falo mais sobre isso nesse video sobre microbioma.

 

Então qual é a conclusão desse áudio e vídeo?

O jeito que a gente enxerga os vírus está errado, e é preciso estudar com calma quando as vacinas são pertinentes ou não.

Não é para chamar quem é contra vacinas automaticamente de lunático.

É preciso ponderar prós e contras, como eu disse, vacinas já salvaram milhões de vidas mas já prejudicaram outras milhares.

Segundo novas teorias, os vírus não seriam nem bons nem maus.

Seriam como máquinas que podem salvar ou matar. Seriam essenciais para organismos se adaptarem às condições ambientais em constante mudança.

Poderiam carrear informação genética para mudar a expressão de genes nas células, algo que pode ser feito pelos exosomas e também por vírus.

Isso porque o nosso conjunto de genes demora muito para mudar, algo como 100 mil anos no mínimo, e isso não seria o suficiente para espécies se adaptarem a mudanças rápidas do ambiente.

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Dr. Alain Dutrahttps://artigos.alainuro.com
Dr. Alain Dutra é médico urologista e aplica a Medicina Funcional, Integrativa e de Estilo de vida e princípios ortomoleculares.

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