Protocolo Recode Tratamento do Alzheimer: a esperança existe

Protocolo Recode Tratamento do Alzheimer: a esperança existe

Índice do Artigo

Conheça o Protocolo Recode, um tratamento que poder trazer esperanças para pacientes com Alzheimer.

Se você conhece alguém que teve ou tem Alzheimer, você sabe como essa doença é devastadora e quão frustrante são os tratamentos disponíveis na medicina convencional.

O diagnóstico é como uma condenação, uma pena progressiva, que dá a notícia de uma doença que tirará aos poucos a memória e capacidades físicas do portador até apagar a sua própria identidade.

Apesar de ser uma das ameaças mais significativas à saúde global que enfrentamos hoje, uma vez que a população mundial tem cada vez mais idosos, muito pouco têm sido feito pela indústria farmacêutica, que continua tentando achar uma droga milagrosa.

Introdução ao Protocolo ReCODE

A boa notícia é que o professor americano Dale Bredesen – médico especialista nos mecanismos de doenças neurodegenerativas – criou uma abordagem de medicina de precisão que inclui várias etapas e que pode reverter o declínio cognitivo, mudando fundamentalmente a maneira como entendemos e abordamos esse problema.

Quando eu conheci o protocolo, eu soube que tinha encontrado um projeto que poderia trazer esperanças para pacientes com Alzheimer. Eu fui o primeiro médico brasileiro a me especializar no protocolo e aplicá-lo com histórias de sucesso, mas não é um caminho fácil e simples.

Como funciona o Protocolo ReCODE?

O Dr. Bredesen tem também um ensaio clínico em que avalia todos os contribuintes potenciais para o declínio cognitivo de cada paciente.

Essa avaliação direciona uma abordagem personalizada e de medicina de precisão.

O Protocolo ReCODE é baseado em mais de três décadas de pesquisa laboratorial do Dr. Bredesen, resultando em centenas de publicações revisadas por pares que descobriram os mecanismos bioquímicos por trás da erosão da memória associada à doença de Alzheimer.

O Protocolo oferecido através do PreCODE (para prevenção do declínio cognitivo) e ReCODE (para reversão) abriu as portas para novas abordagens de prevenção e tratamento da doença de Alzheimer.

Em seus mais de 30 anos de estudo, o Dr. Bredesen descobriu que o Alzheimer resulta de um desequilíbrio na sinalização de neuroplasticidade cerebral.

À medida que envelhecemos, somos expostos a múltiplas agressões, que resultam em uma redução da capacidade do cérebro e declínio cognitivo.

O objetivo do Protocolo tanto para prevenção quanto para tratamento é mudar sua bioquímica para fornecer condições ideais para seu cérebro prosperar.

São mais de 36 fatores (desarranjo metabólico, falta de nutrientes, falta de suporte trófico, exposição a vírus, etc.) que podem desencadear o declínio cognitivo.

Esses fatores são abordados nas causas para prevenir o declínio cognitivo e reverter os seus efeitos.

Abordagens do Protocolo ReCODE

Tratar o Alzheimer é como consertar um telhado que pode ter até 36 buracos causando goteiras na sua casa.

Tratar a doença requer abordar muitos aspectos do corpo ao mesmo tempo, como você faria ao reparar buracos em um telhado.

Quanto mais buracos você cobre, mais sucesso você tem em corrigir o problema.

O programa ReCODE (Reversão do Declínio Cognitivo) trabalha para identificar as causas básicas desses “buracos” e repará-los.

Algumas dessas causas básicas são:

  1. Resistência à insulina;
  2. Colesterol alto;
  3. Homocisteína alta;
  4. Deficiências de nutrientes ou hormônios;
  5. Vias genéticas ou bioquímicas;
  6. Microbioma intestinal, da mucosa oral e de cavidades nasal e paranasais;
  7. Infecções crônicas por vírus e bactérias;
  8. Toxicidade pelo mofo e por metais pesados.

Os 6 tipos de Alzheimer

O Dr. Bredesen categorizou a doença de Alzheimer em 6 tipos diferentes, dependendo das causas básicas dos danos cerebrais que levaram ao processo de declínio cognitivo.

Isso também ajuda a direcionar o tratamento.

Assista minha entrevista sobre Prevenção e Reversão do Alzheimer com Isabel Vitorino de Portugal

Protocolo ReCODE: Um tratamento individualizado

Através de vários testes laboratoriais, exames e histórico do paciente, um médico treinado no Protocolo ReCODE pode determinar qual tipo ou tipos de doença de Alzheimer o paciente tem e implementar um plano de tratamento individualizado.

Mantendo a analogia com o telhado com buracos, os tratamentos convencionais disponíveis para o Alzheimer simplesmente ou tentam colocar uma lona em alguns buracos ou melhor, colocam potes dentro da casa para tentar conter a água.

Mas, uma hora o pote vai encher e alagar tudo de uma vez, isso é apenas remediar a situação.

Já o protocolo ReCODE analisa tudo:

  • o estado dos materiais que compõe o telhado;
  • se está faltando algum material fundamental para a estrutura do telhado;
  • quais materiais usados e os efeitos corrosivos de vários fatores diferentes, externos e internos.

Depois de encontrar todas as infiltrações, falta de materiais, buracos e goteiras, será feita uma análise para ver quais materiais serão utilizados para a recuperação e reconstrução do telhado e um plano será traçado para esse telhado específico, pois cada telhado tem buracos diferentes causados por fatores diversos.

Qual é a abordagem que você escolheria para consertar os buracos do telhado da sua casa?

Protocolo Recode: Resumo em vídeo do livro: O Fim do Alzheimer

Os vídeos abaixo, são uma síntese de vídeos mais longos do meu canal que foram gravados pouco mais de um ano atrás resumindo o revolucionário livro “O Fim do Alzheimer”, disponível nas livrarias.

Eu sou o primeiro médico brasileiro treinado nesse programa e posso ajudar. Se você tem um ente querido com essa terrível doença considere seriamente acessar o link https://www.ahnphealth.com/ e cadastre seu familiar no programa recode.

E durante o cadastro você pode pesquisar pelo meu nome, Dr. Alain Dutra, como o médico brasileiro que já tem formação nele. Saiba que existe esperança.

O fim do Alzheimer – A esperança existe de verdade – Parte 1

O fim do Alzheimer – A esperança existe de verdade – Parte 2

 

Detalhes do Protocolo Recode contra o Alzheimer

Vídeo – Detalhes do Protocolo Recode

Nessa transmissão, dou detalhes do Protocolo Recode de regressão de déficit cognitivo e Doença de Alzheimer como descrito no livro do neurocientista e neurologista Dr. Dale Bredesen, ainda não traduzido para o português.

Vídeo – Resumo do Livro Protocolo Recode

Este livro entrou para a lista do mais vendidos nos EUA por um excelente motivo. 

Tive uma grata surpresa de constatar que o que é descrito nesse livro como a solução para a prevenção do deficit cognitivo é exatamente aplicar o tipo de medicina que pratico nos últimos anos. Isso vindo de um dos principais neurocientistas dos EUA.

Entenda aqui como a Medicina Integrativa pode ajudar a evitar a progressão da doença mais temível de todas.

Você pode conhecer várias pessoas que se curaram de câncer mas a famigerada Doença de Alzheimer mata aos poucos e até hoje é considerada incurável.

Vídeo: Dr. Alain Dutra revela mitos e verdades sobre o Alzheimer

Risco de desenvolver Alzheimer e estilo de vida

Foi divulgado um estudo recente no Journal of Neurology, Neurosurgery and Psychiatry, no qual os pesquisadores realizaram um estudo profundo para determinar quais efeitos da escolha do estilo de vida e as condições que elas criam no contexto do risco de desenvolver Alzheimer.

Os pesquisadores analisaram os dados de dois tipos de estudos.

Primeiro, eles avaliaram o que é chamado de estudos prospectivos observacionais, que acompanham um grupo de pessoas ao longo do tempo.

E ensaios clínicos randomizados, nos quais as pessoas são divididas em dois ou mais grupos, com alguns recebendo alguma forma de intervenção, como um programa de exercícios, medicação ou vitamina, e são comparados após um período de tempo com pessoas semelhantes que não participaram da intervenção.

Resultados e dados obtidos

Ao todo, esta revisão incluiu quase 45.000 pessoas e produziu um conjunto base
importante relacionada ao aumento do risco de Alzheimer, entre elas as principais foram:

  1. Estar acima do peso antes dos 65 anos (excesso de inflamação crônica, de alimentação industrializada e excesso de carboidratos);
  2. Ter diabetes tipo 2 (alimentação com excesso de açúcar e carboidratos refinados);
  3. Não praticar exercícios regulares durante a vida (sedentarismo);
  4. Ter problemas de má qualidade do sono durante a vida (sono não reparador, depender de medicamentos para dormir);
  5. Ter um nível elevado de homocisteína no sangue (vitaminas B9, B12 e B6 insuficientes);
  6. Ter Estresse crônico (e depressão);
  7. Hipertensão na meia-idade;
  8. Fumar (tabagismo);
  9. Ter tido um trauma ou um ferimento na cabeça;
  10. Não se envolver em atividades mentalmente estimulantes (ler, jogar xadrez, etc.);
  11. Falta de antioxidantes como a vitamina C

Outras evidências do estudo

Eles relataram que havia evidências claras de que a vitamina C parecia estar associada à redução do risco de Alzheimer.

Manter uma boa condição dos vasos cerebrais por meio de um estilo de vida mais saudável, também foi notado como parte da prevenção.

Indivíduos com acidente vascular cerebral, especialmente hemorrágico, devem ser cuidadosamente monitorados quanto à sua mudança cognitiva e tomar medidas preventivas.

Também foi relatado um alerta em relação ao uso de estrogênio sintético oral não bioidênticos com o aumento do risco de Alzheimer.

Portando modulação hormonal deve ser feita com responsabilidade, sempre com acompanhamento de exames e nunca usando estrogênio isoladamente e não bioidênticos.

Os pesquisadores alertaram contra o uso dos chamados “medicamentos inibidores da acetilcolinesterase”.

São medicamentos comercializados como um “tratamento para Alzheimer”.

Esse tipo de droga não oferecem nenhum benefício para o paciente de Alzheimer, esses pesquisadores alertam contra seu uso principalmente nos estágios iniciais do declínio cognitivo, afirmando que não devem ser usados para a prevenção da doença de Alzheimer em indivíduos com deficiência cognitiva.

Link para o estudo

Entrevistas no programa Salutis do João Carlos Baldan

Minha quarta participação no programa Salutis do João Carlos Baldan terapeuta especializado em Acupuntura e Terapias Holísticas.

O Salutis é apresentado toda segunda, 14h no site www.alltv.com.br canal de TV pela internet com palestras e entrevistas sobre saúde, física e medicina quântica, terapia neural e ortobiomolecular, acupuntura, medicina ayurvédica e tibetana e modernidade na área médica.

Programa sobre Alzheimer: O que é, como se inicia, como prevenir e tratar

Bate Papo sobre Doença de Alzheimer com João Carlos Baldan

Entrevistamos o Dr. Alain Machado Dutra, médico urologista e praticante da medicina integrativa para falarmos sobre Alzheimer, doença crescente como consequência do aumento da expectativa de vida das pessoas.

É preciso modificar alimentação, praticar exercícios físicos e mentais, suplementar vitaminas, minerais e procurar modular hormônios.

Nessa entrevista, o jornalista, acupunturista e terapeuta quântico João Carlos Baldan me entrevista através do Youtube Hangout sobre a Doença de Alzheimer e o que pode ser feito para melhorar essa doença.

Live: visão geral sobre a Doença de Alzheimer

Os tratamentos convencionais só atrasam a progressão da doença. Temos que pensar nela muitos anos antes dela se desenvolver. Adotar medidas para proteger nosso cérebro. E talvez ajudar nosso entes queridos que sofram com a doença .

Nesta live tentaremos dar a visão o mais ampla possível sobre os vários aspectos relacionados com a Doença de Alzheimer, como:

  1. O metabolismo dos carboidratos;
  2. Glicação;
  3. Estresse oxidativo;
  4. Metilação;
  5. Metais pesados;
  6. Hábitos de vida.

Você irá se surpreender como a Doença de Alzheimer está totalmente relacionada com a saúde de todo corpo, não sendo uma doença isolada do cérebro.

Para você ter uma ideia muitos especialistas a chamam atualmente de Diabetes tipo III.

Intoxicação por alumínio e Alzheimer

O que os estudos dizem?

Em 2018, Dr. Christopher Exley, PhD, da Keele University, Staffordshire, Reino Unido, considerado um dos maiores especialistas mundiais em toxicologia de alumínio, publicou um artigo no Journal of Trace Elements in Medicine & Biology mostrando quantidades muito altas de alumínio no tecido cerebral de pessoas com Autismo.

Dr. Exley examinou mais de 100 cérebros, e a quantidade de alumínio nessas pessoas foi um dos mais altos que ele já viu e levantou novas questões sobre o papel do alumínio na etiologia do autismo.

Em um estudo publicado no Journal of Alzheimer’s Disease, os pesquisadores descobriram quantidades significativas de alumínio no tecido cerebral de portadores da doença de Alzheimer.

O estudo também descobriu um alto grau de co-localização com a proteína beta-amilóide, que leva ao início precoce da doença.

Para obter uma melhor compreensão da ligação entre a exposição ao alumínio e a geração de beta-amilóide, os pesquisadores examinaram o tecido cerebral de doadores com diagnóstico de doença de Alzheimer hereditária que também tinham uma mutação genética específica conhecida por aumentar os níveis de beta-amilóide, levando ao início precoce e doença mais agressiva.

Diferenças marcantes entre esses dois grupos estudos

Os níveis de alumínio foram comparados ao grupo controle sem diagnóstico de doença neurológica.

Eles encontraram diferenças marcantes entre esses dois grupos. Os portadores de Alzheimer com a mutação genética tinham alto teor de alumínio.

“Pode-se imaginar um aumento de beta-amilóide no tecido cerebral como uma resposta a altos níveis de conteúdo de alumínio, ou que o alumínio promove o acúmulo de beta-amilóide”, disse Dr. Exley, o principal pesquisador desse estudo.

Os perigos do alumínio para a saúde também são abordados em uma revisão científica de 2017 publicada no jornal alemão Deutsches Ärzteblatt International, que também analisa os valores limites associados a vários tipos de exposição.

“Os efeitos neurotóxicos do alumínio em humanos e seus efeitos tóxicos em modelos animais foram comprovados”, afirma o artigo, acrescentando que o acúmulo de longo prazo esta associados a efeitos neurotóxicos, resultando em desorientação, comprometimento da memória e demência.

Outros estudos publicados

O alumínio como fator de risco para distúrbios neurológicos também é detalhado em um artigo de 2018 no Journal of Research in Medical Sciences.

Os autores novamente observam que “o alumínio é uma neurotoxina reconhecida, que pode causar neuro degeneração”.

Eles também apontam que o alumínio afeta mais de 200 reações biológicas importantes e causa efeitos negativos no sistema nervoso central.

Estudo mostra ligação entre Alzheimer e Apneia do Sono

Pesquisadores da Universidade Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT) na Austrália confirmaram ligações entre a apneia do sono e a doença de Alzheimer, encontrando sinais idênticos de dano cerebral em ambas as condições.

Muitos cientistas já suspeitavam dessa ligação, agora parece que eles encontraram evidências visuais no cérebro.

Você com certeza já sabe que na doença de Alzheimer acontece perda progressiva de memória.

Isso acontece principalmente devido ao estresse oxidativo, ou seja, a formação de radicais livres e pela formação de placas senis no cérebro feitas de uma proteína chamada beta-amilóide.

Essa triste doença possui vários fatores de risco, incluindo fatores ambientais, várias condições que podem acontecer no metabolismo do corpo, como pré-diabetes, e antecedentes genéticos.

Alterações metabólicas

Pesquisas recentes também mostraram que existe uma conexão muito clara entre o Alzheimer e alterações metabólicas, especialmente a resistência à insulina, também chamado de pré-diabetes.

Um estudo anterior descobriu que os pacientes com Doença de Alzheimer tinham menos receptores de insulina na região cerebral.

Agora, os ensaios científicos endossam que o mesmo tipo de processo inflamatório que leva a resistência a insulina e ao diabetes tipo 2, também pode afetar o nosso cérebro e levar ao aparecimento das placas de beta-amiloides (“placas senis”) – um dos fatores que caracteriza o Alzheimer, responsável pela destruição da capacidade de lembrar.

Será que não podemos considerar a Doença de Alzheimer como um Diabetes tipo 3?

Alguns médicos e cientistas já consideram!

E a apneia do sono também tem uma relação clara com o processo de inflamação crônica, obesidade e a resistência à insulina.

A apneia do sono é uma doença crônica, caracterizado pela obstrução parcial ou total das vias, causando paradas repetidas e temporárias da respiração enquanto a pessoa dorme.

E isso atrapalha tremendamente a qualidade do sono e a oxigenação do sangue.

Como ocorre a apneia do sono?

A apneia pode ocorrer por vários fatores: os músculos da garganta e língua relaxam mais do que o normal ou ficam fracos, amídalas e adenoides grandes, excesso de peso, obesidade, doenças crônicas como diabetes alguma alteração da cabeça e pescoço que resulta em menor espaço para passagem de ar na boca e garganta.

A obesidade é um grande fator de risco para a apneia do sono porém pessoas magras também podem ter esse problema.

Apneia do sono e Alzheimer

Essa nova pesquisa, publicada dia 21 de setembro, mostrou que essas placas de beta-amiloides caracteristicas do Alzheimer, começam no mesmo lugar e se espalham da mesma forma no cérebro de pessoas com apneia do sono e nas pessoas com Alzheimer.

Também descobriram que quanto mais grave a apneia do sono, maior o acúmulo de placa amilóide no hipocampo, o centro de memória no cérebro.

A interrupção do sono também interrompe processos importantes no cérebro, como a remoção de toxinas.

Quando você não respira direito e não tem oxigenação suficiente, isso vai afetar as células do seu cérebro, especialmente quando você acorda e não consegue se lembrar ou se sente cansado e sonolento durante o dia.

Conclusão do estudo

O investigador principal Stephen Robinson, PhD, disse: “Sabemos que se você tiver apneia do sono na meia-idade, terá maior probabilidade de desenvolver Alzheimer quando for mais velho e, se tiver Alzheimer, terá maior probabilidade de ter apneia do sono do que outras pessoas da sua idade. É um avanço importante na nossa compreensão das ligações entre essas condições e abre novas direções para os pesquisadores que se esforçam para desenvolver terapias para tratar e prevenir a doença de Alzheimer”.

Os pacientes no estudo não mostraram sintomas clínicos de demência antes de morrer, sugerindo que eles podem estar em um estágio inicial de pré-demência.

Já há evidências de que a insônia desempenha um papel importante quando se trata de demência.

Os pesquisadores gostariam de realizar um ensaio clínico maior para apneia do sono e esperam que suas descobertas levem a novos alvos de tratamento para ajudar a prevenir o Alzheimer.

Link do Estudo:

https://academic.oup.com/sleep/advance-article-abstract/doi/10.1093/sleep/zsaa195/5909379?redirectedFrom=fulltext

Irisina para o Alzheimer

Você com certeza já sabe que na doença de Alzheimer acontece perda progressiva de memória, não é mesmo?

A irisina é uma espécie de hormônio intimamente ligado ao exercício. Foi descoberto que a Irisina é reduzida no cérebro de pessoas com Alzheimer.

Vamos conhecer um pouco sobre esse hormônio

A Irisina interfere no processamento da glicose, melhorando a sensibilidade à insulina e promovendo a transformação da gordura comum branca na gordura marrom.

Temos dois tipos de gordura nos nossos corpos: a branca e a marrom.

O acúmulo excessivo de gordura branca leva à obesidade e a inflamação crônica. Já a gordura marrom ela é responsável pela formação de calor no corpo e é muito abundante em bebês.

A gordura marrom tem mais mitocôndrias que a gordura branca, e por isso é capaz de queimar mais rápido e fornecer mais energia para o seu corpo.

Inclusive, estudo recente conduzido na Universidade Estadual Paulista (Unesp) sugere que o hormônio irisina, liberado pelos músculos durante a atividade física, pode ter efeito terapêutico em casos de COVID-19.

Benefícios incríveis da Irisina

Estudos recentes sugeriram que a irisina está envolvida em vários processos do sistema nervoso central, como a formação de neurônios, e relataram os efeitos dela na melhora do Alzheimer.

Ela é gerada pelo exercício e atua como um “hormônio” sensibilizante da insulina, ou seja, aumenta a sensibilidade da insulina.

A irisina é tão poderosa que até níveis moderadamente aumentados no sangue sobem de maneira significativa o gasto de energia, e reduzem o peso corporal.

Ela atua via AMPK e o estímulo do AMPK aumenta a longevidade e melhora o processamento de energia no corpo.

Outra coisa interessante da irisina é que ela pode ajudar a diminuir a fome. Além disso, ajuda a formar ossos, o que significa que ajuda na osteoporose.

Outros estudos mostraram que ela pode aumentar o tamanho dos telômeros, que são as pontinhas dos cromossomos, e isso também prolonga a vida.

Ela tem efeito anti-câncer, ao proteger as células normais e induzir o suicídio das células tumorais.

Pode ajudar na saúde da parede das artérias, evitando a aterosclerose e prevenindo a pressão alta, AVC e infarto.

No cérebro ela aumenta o chamado BDNFbrain derived neurotrophic factor – que é uma espécie de “vitamina cerebral”, e isso explica seu efeito na regeneração de neurônios.

Além disso ela acalma o seu cérebro porque aumenta a quantidade do neurotransmissor calmante GABA.

E como aumentar a irisina?

  1. Exercícios físicos é a principal forma, especialmente os de força e os aeróbicos.
  2. Comida rica em gorduras de alta qualidade, como alimentação Low Carb e cetogênica.
  3. Intercalar o corpo entre altas e baixas temperaturas, assim como o Dr. Sinclair estudioso do envelhecimento faz. (neste caso para pessoas idosas mais avançadas não é indicado).
  4. O uso de metformina, a droga antiga para diabetes que tem efeito anti-envelhecimento. (Deve-se avaliar o uso caso a caso).
  5. Uso de plataformas vibratórias (neste caso para pessoas idosas mais avançadas não é indicado).
  6. Os suplementos coenzima Q10 e holy basil.

Links:

https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0303720720300447?via%3Dihub
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0303720720302173
https://www.nature.com/articles/s41591-018-0275-4
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6262319/
https://www.sciencedaily.com/releases/2019/02/190208173511.htm
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24469890/

36ba000bbef6eff0bba1f0259a77102f?s=96&r=g
Dr. Alain Dutrahttps://artigos.alainuro.com
Dr. Alain Dutra é médico urologista e aplica a Medicina Funcional, Integrativa e de Estilo de vida e princípios ortomoleculares.

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