• A água é uma das mais extraordinárias substancias que se encontram no Planeta, ela tem personalidade própria e contraria tudo o que conhecemos da química e da física clássica. Não haveria vida na Terra sem a água, pelo menos do jeito que a gente conhece. Assim como nós, os seres humanos, a molécula de água não gosta de ficar sozinha, ela sempre procura a companhia de várias outras moléculas de água, e forma assim grupos chamados de “clusters”. Quanto maior for o grupo ou “cluster” de moléculas de água, mais estruturada vai ser essa água. Água estruturada é capaz de armazenar informação como se fosse um pequeno HD ou disco rígido. Para saber mais sobre isso procure conhecer o trabalho do Masaru Emoto, tem vídeos sobre isso no Youtube. Transpondo isso para as células vivas, é fundamental água estruturada dentro das células, ou seja, água organizada em grande grupos ou clusters. Essa água das células é mais organizada, mais viscosa e força as células a trabalharem com a maior parte da produção de energia por meio das mitocôndrias e utilizando o oxigênio. Um dos principais efeitos da inflamação crônica provocada pelo excesso de açúcar, gorduras hidrogenadas, poluentes ambientais, radiação eletromagnética e estresse fora de controle é a acidificação do meio de fora das células e que envolve as mesmas, o que chamamos de meio extracelular.
  • Essa acidificação provoca o inchaço das células e a água dentro delas deixa de ser organizada e estruturada e passa a ser desestruturada. E é essa água desestruturada que força a célula a trabalhar gerando energia a partir da quebra simples da glicose sem o uso do oxigênio. Isso faz a célula ativar genes proliferativos, a célula passa a se reproduzir de forma desordenada e perder a diferenciação. O nome que damos a isso é câncer. Então um dos passos fundamentais para se combater o câncer, muito mais importante do que simplesmente matar a célula cancerosa, é cuidar da inflamação crônica e usar de recursos para transformar a água desestruturada em água estruturada.
  • O grande pesquisador Prof. Roomi e seus colaboradores da California demonstraram que o o emprego de substancias nutricionais que tem a propriedade de estruturar a água intracelular possui efeito antitumoral em vários tipos de câncer, como próstata, mama, pâncreas e bexiga. Esses pesquisadores fizeram estudos in vivo e in vitro e comprovaram os efeitos antitumorais.
    A mistura empregada por Roomin consistiu em L-lisina, L-prolina, L-arginina, extrato de chá verde, ácido ascórbico nas formas de ascorbato de magnésio e de cálcio, N-acetil cisteína, selênio, cobre e manganês. A prolina é um aminoácido polar e estruturador da água intracelular. A vitamina C aumenta a quantidade de clusters da água dentro das células. Os minerais magnésio, cálcio, selênio, manganês e cobre, possuem a capacidade de aumentar as pontes de hidrogênio dentro da célula e deixar assim a água dentro dela mais organizada. E os polifenóis possuem exatamente essa mesma propriedade. A arginina dilata os vasos e facilita a entrada dos demais constituintes para dentro da célula. E a lisina apresenta um papel semelhante.
  • Segundo o grande pesquisador Dr. Bharat da universidade do Texas, 95% dos canceres são de origem ambiental e apenas 5% de origem genética. Os agentes químicos ficam com 63%, os biológicos com 25% e os físicos com 7% dos tumores sólidos e das leucemias. De fato o câncer possui mais relação com o ambiente do que com a genética que está no núcleo celular. A insistência em considerar o câncer como mutação gênica e manter o tratamento com drogas tóxicas para atacar o DNA provocou pouca alteração na mortalidade nos últimos 50 anos. Como eu falo no vídeo sobre quimioterapia o aumento de ganho de sobrevida é de apenas 2,1%. Vamos agora falar sobre os agentes ambientais e de seu papel
  • Agentes químicos: Respondem por 63% das causas de câncer. Os grandes vilões são o cigarro, o álcool, os metais tóxicos, os agrotóxicos, os agentes químicos da água, do ar, alimentos industrializados e refrigerantes. O cigarro tem mercúrio, chumbo, cádmio entre milhares de outras substâncias que eu mataria vocês de tédio se eu tentasse aqui reproduzir. A empresa que produz o refrigerante mais famoso, que os ursinhos polares gostam de tomar na época de Natal, ainda usa no Brasil um corante caramelo 4-metilimidazol, sabidamente carcinogênico e que já foi banido nos EUA. Também existem fortes evidencias de que o álcool possa provocar câncer em sete locais do corpo. Um estudo de 2014 mostrou que o resveratrol do vinho tinto não protegeu contra os efeitos carcinogênicos do álcool
  • Agentes biológicos: Esses são responsáveis por 25% das causas de câncer. Os micróbios compreendem um terço ou mais da biomassa da Terra e já foram descritos cerca de 8000 tipos de bactérias, mas acredita-se que existam 3 milhões de tipos diferentes. O foco está saindo aos poucos dos nomes das bactérias e indo para os tipos de enzimas e substâncias que elas produzem. O que interessa no final é o efeito conjunto dos genes das bactérias e as substancias produzidas por esses genes. Isso vale tanto para as bactérias do bem do nosso microbioma como para as bactérias do mal, as patogênicas. Na segunda metade do Século XX vários pesquisadores encontraram bacilos em amostras de câncer, seja de biópsia ou de peça cirúrgica. Em 1986, Owens encontrou bactérias dentro das células vermelhas de 40% dos pacientes com câncer usando a microscopia de campo escuro; e uma informação que pode te chocar; de 25 pessoas normais sem câncer que apresentavam o mesmo tipo de bactéria, 23 desenvolveram tumores malignos nos 20 anos seguintes. Muitos estudos mostram que a infecção persistente por bactérias, vírus ou fungos promove a formação de câncer.
  • Agentes físicos: A leucemia está ligada a exposição de campos eletromagnéticos. Alguns estudos na Inglaterra mostram aumento de incidência de câncer proporcional a proximidade a cabos de alta tensão, quanto mais próximo maior o risco. Os campos eletromagnéticos em si podem provocar despolarização da membrana celular e aumento de radicais livres. As duas coisas causam sofrimento celular e induzem a mitose proliferava. Khurana em 2009 concluiu que há evidências epidemiológicas concretas que sugerem a ligação entre o uso prolongado do celular e o desenvolvimento de tumor cerebral do mesmo lado do uso do aparelho. Como foi falado no vídeo sobre sol e câncer de pele, o sol em excesso pode de fato aumentar o risco dos carcinomas basocelular e espinocelular, mas não do melanoma. Mas o sol usado com cautela e parcimônia previne vários cânceres como é o caso do próprio melanoma, pulmão, mama, próstata e pâncreas, principalmente pelo aumento da vitamina D.
    Um fator muito importante no risco do câncer são o estresse, relacionamentos tóxicos e o excesso de desgostos ao longo da vida.

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