Vacina contra COVID-19 – Visão do Dr. Alain Dutra

Vacina contra COVID-19 – Visão do Dr. Alain Dutra

Prometer a vacina contra COVID-19 para dezembro ou janeiro de 2020 “não é realista”, diz cientista brasileira que integra comitê da OMS contra COVID-19.

Parte da entrevista da infectologista Cristiana Toscano para a BBC

“Geralmente, a criação de uma vacina é sequencial. Você investe em algumas vacinas candidatas e um grupo delas não vai dar certo. E assim vai. O problema é que essas etapas são lentas. A gente está fazendo isso agora em bolo. Há um número enorme de candidatas e todas correndo em paralelo”…

…”Nos estudos, é preciso seguir todas as normativas internacionais padronizadas e as regras das agências regulatórias…”

…”Não é possível, por exemplo, diminuir o número de voluntários ou avaliar menos casos de infecção num estudo de fase 3 para que os resultados saiam mais depressa”…

“Imagina se ocorre algum problema? Isso coloca em risco todo o programa de vacinação. É péssimo e não pode acontecer de jeito nenhum.”

“Por mais difícil que seja lidar com a pandemia, precisamos garantir que as futuras vacinas funcionam e são seguras. Afinal, elas vão ser administradas em milhões de pessoas do mundo todo.”

Opinião e visão integrativa do Dr. Alain Dutra

Quero deixar aqui minha opinião, sem politização, minha visão voltada para a saúde integrativa, para a prevenção e que sempre enfatizo em meus textos e vídeos.

Quando ouvimos que a vacina vai sair em dezembro ou janeiro, precisamos saber quem disse isso. Foi um político ou um cientista?

Essa frase foi dita pela infectologista da matéria acima e realmente precisamos pensar sobre.

Mesmo que esse político diga que está falando pela ciência, será mesmo? Quais interesses por trás disso?

Mesmo a ciência, tem muitas voltas, muitas vias e também muitos interesses escondidos.

Quantas vezes se falou que óleo de coco faz mal, depois faz bem, que ovo faz mal e depois faz bem.

Importância da qualidade e quantidade de estudos

O que sabemos é que quanto mais robusto, detalhado e estudado for determinado medicamento, vacina ou mesmo suplemento e alimento, mais saberemos dos seus benefícios e segurança.

Sabemos de casos de medicações que mesmo aprovadas e usadas por anos, mesmo com estudos (na maioria das vezes poucos) trouxeram efeitos e mortes e tiveram que ser retiradas do mercado.

Embora os fabricantes das vacinas e alguns governantes insistam que qualquer vacina COVID-19 que chegue ao mercado terá passado por testes rigorosos

A forma como os protocolos dos testes são elaborados e o tempo dos testes, sugerem que essas vacinas podem realmente não serem seguras ou mesmo tão eficazes como muitos esperam.

Não podemos ignorar a segurança das vacinas!

Não podemos ignorar a segurança das vacinas!

Estão colocando para as pessoas que há apenas uma solução simples para resolver a crise e voltar ao normal: ou seja, a única maneira de tirarmos nossas máscaras e tocar, abraçar, beijar ou chegar perto de outros, seria através da vacina contra COVID-19!

Uma vacina isenta de responsabilidades do fabricante, que está sendo rapidamente, como nunca na história, encaminhada para o mercado.

Muitos vão dizer, pessoas estão morrendo, nós temos pressa de voltar ao normal.
Sim, mas não podemos ignorar a segurança das vacinas!

Insensibilidade com quem está morrendo?

Não, de maneira alguma! Mas e se pulando testes e encurtando tempo de análise, a vacina causar danos graves a algum grupo? Morte?

É um risco que devemos correr?

Mas se for alguém da sua família, alguém saudável que tomou a vacina e teve efeitos graves? Temos que refletir com calma.

Cautela sobre a vacina contra COVID-19

Vou explicar porque me posiciono com cautela sobre a vacina nos próximos 3 anos, pelo menos.

Após terminar a fase 3 e todos as partes legais e burocráticas para a aprovação até a realmente imunização, que será feita em pessoas saudáveis.

Infelizmente vivemos uma pandemia de:

  1. Inflamação crônica silenciosa;
  2. As pessoas se acham saudáveis, muitas não fazem um check-up há anos;
  3. Comem mal;
  4. Dormem mal;
  5. Não se exercitam;
  6. Já tem o sistema imunitário abalado;
  7. Estão depressivas;
  8. Com falta de vitamina D;
  9. E com falta  de outros nutrientes importantes para o bom funcionamento do sistema imune.

Elas vão poder ter a aprovação de um médico, ou de seu médico de confiança para saberem se podem ou não tomar a vacina?

Outros fatos muito relevantes

Estamos recebendo notícias da Europa de uma nova cepa mutada do COVID-19 que seria teoricamente responsável pela chamada “Segunda Onda” da doença.

Quem garante que essa vacina atual protege contra essa mutação? Seria somente uma mutação?

Muitos cientistas falam em múltiplas mutações diferentes em várias regiões do Mundo.

A chance dessa vacina proteger muito pouco e/ou por muito pouco tempo é muito alta.

Especialmente preocupante é que aqueles que receberam a vacina nesses ensaios da terceira fase são indivíduos jovens e “saudáveis” que não correm realmente um risco elevado de morrer de COVID-19.

Isso torna os resultados desses ensaios altamente questionáveis na população muito mais vulnerável, como os idosos.

E como fica a parte que ainda não foi analisada em estudo?

E como fica a parte que ainda não foi analisada em estudo?

Não sabemos:

  1. O que vai acontecer quando você dá uma vacina apressada a alguém que já se recuperou do COVID-19;
  2. Como o sistema imunológico vai reagir a um novo desafio se não tiver um acompanhamento longo;
  3. O que vai acontecer com as pessoas que tem condições médicas subjacentes, diabetes, hipertensão, pessoas que tem alergias e doenças autoimunes.
  4. Como essas vacinas contra COVID-19 vão se comportar em mulheres grávidas, se vai ter risco para o feto.
  5. A reação se a pessoa for infectada após tomar a vacina, como vai reagir ao longo do tempo.
  6. O tempo de duração da imunização, 6 meses? 1 ano? 5 anos? Afinal precisa acompanhar por um bom tempo para ter essas informações.
  7. Serão vacinados primeiro “os saudáveis”, mas quem define que eles estão saudáveis?

Essa abordagem de “tamanho único” que serve para todos sempre foi perigosa. Sabemos disso na medicina preventiva e de estilo de vida.

E ignorar e achar que não teremos reações à vacina ou descarta-las como coincidências, tornou-se um padrão nos ensaios clínicos, não só de vacinas mas também de medicamentos.

Não faltam precedentes históricos quando se trata de campanhas de vacinas que tiveram problemas.

Problemas com campanhas anteriores

Além da campanha de vacinação contra a pandemia da gripe suína em 2009, que levou varias crianças e adolescentes a desenvolverem narcolepsia na Europa causada pela vacina Pandemrix.

Mesmo vacinas que não foram apressadas tiverem problemas adversos consideráveis e preocupantes como a vacina do HPV.

A vacina contra a dengue que ainda em fase de testes, mesmo depois de um longo acompanhamento, mostrou em alguns vacinados que o vírus pode se multiplicar mais e mais, gerando uma carga viral muito alta e uma reação do sistema imune, desenvolvendo assim, a chamada dengue hemorrágica.

Apressar a vacina sem passar pelo tempo necessário nunca é seguro!

Quando se apressa uma vacina, sem passar pelo tempo necessário e testes necessários, efeitos adversos acabam sendo colocados como “não associados”.

Eles não sabem se está relacionado ou não, não tiveram tempo de saber.

Mas quem toma essas decisões e, porque está tomando essas decisões?

Isso distorce a forma como o perfil de segurança da vacina está sendo apresentado ao público.

E as pessoas esquecem que isso aconteceu, afinal, não se falou mais nada, então não estava relacionado. Será?

Então, porque as empresas farmacêuticas que desenvolvem e comercializam as vacinas COVID-19 serão protegidas legalmente de qualquer responsabilidade de problemas adversos?

Você é anti-vacina Doutor?

Não, temos vacinas que erradicaram doenças e que realmente são importantes, depois de seus extensos ANOS DE ESTUDOS.

Se o COVID-19 tivesse o perfil de doenças infecciosas principalmente o Ebola, que tem uma taxa de mortalidade de 50%, varíola 30%, talvez existisse realmente essa pressa.

Mais os cientistas estão usando alta tecnologia por isso podemos ter uma vacina mais rápida?

Tecnologia não muda o tempo de espera necessário para se saber todos os riscos e consequências, como também, eficácia da vacina nos testados.

Algumas vacinas estão usando tecnologia nova nunca antes usada, e isso também pode ser preocupante.

Com toda a incerteza em torno da segurança e eficácia das vacinas, é fundamental proteger o seu direito de fazer escolhas sobre a sua saúde.

Fontes e referências e o o link da entrevista:

36ba000bbef6eff0bba1f0259a77102f?s=96&r=g
Dr. Alain Dutrahttps://artigos.alainuro.com
Dr. Alain Dutra é médico urologista e aplica a Medicina Funcional, Integrativa e de Estilo de vida e princípios ortomoleculares.

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1 COMENTÁRIO

  1. Estou super na dúvida se tomo Pfizer, Johnson ou nenhuma e continuo com a suplementação preventiva.
    (Onde moro são essas duas opções de vacinas)

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