Tireoide FAQ – As principais dúvidas sobre saúde da Tireoide!

Tireoide FAQ – As principais dúvidas sobre saúde da Tireoide!

Índice do Artigo

Compilado de perguntas e respostas sobre a saúde da Tireoide.

01- Retirei a Tireoide, estou livre das doenças e dos sintomas decorrentes dela?

A maioria das doenças da tireoide (seja o câncer de tireoide, doença de Hashimoto, Graves) possuem a mesma base de problema: um sistema imunológico que está desequilibrado.

Isso pode ser causado por vários fatores, isolados ou na maioria das vezes em conjunto:

Então temos que ter em mente que mesmo que a tireoide seja removida cirurgicamente ou tratada com iodo radioativo, o desequilíbrio imunológico ainda persiste em muitos casos, e a pessoa pode desenvolver problemas de saúde adicionais e ainda não se sentir bem.

Retirar a tireoide em alguns casos, realmente é necessário. Mas, isso não quer dizer que você estará resolvendo a raiz do problema.

Muitos pacientes com tireoidite de Hashimoto, quando não tratada adequadamente, desenvolvem doenças autoimunes adicionais dentro de alguns anos, mesmo entre os que precisaram remover a tireoide.

Eles podem continuar com muitos sintomas, inclusive a fadiga.

Isso ocorre porque a remoção cirúrgica da glândula tireoide remove apenas um dos alvos do sistema imunológico bagunçado, mas não altera e melhora a raiz que é o desequilíbrio imunológico muitas vezes decorrentes de vários fatores de estilo de vida.

Portanto, as dicas principais se você teve indicação de retirada da Tireoide:

Converse com seu médico e tire todas as dúvidas para saber se realmente é necessário o procedimento.

Procure saber se é indicado para o seu caso o procedimento de Ablação por radiofrequência de tireoide.

Caso não esteja seguro, sempre procure uma segunda opinião médica.

Mesmo que a retirada da glândula seja indicada, você precisará estar ciente que as mudanças de estilo de vida e o tratamento para reequilibrar o sistema imunológico desregulado, deve sempre ser considerado como de extrema importância.

02 – Por que não melhoro mesmo tomando hormônio T4?

T4 (tiroxina) e T3 (triiodotironina) são os dois principais hormônios da tireoide.

O T4 é conhecido como pré-hormônio e é 300% menos ativo do que o T3, por isso o T3 é o principal hormônio tireoidiano ativo e nos dá um cabelo bonito, energia e guia o nosso metabolismo.

Você sabe que os medicamentos de farmácia prescritos contém apenas T4 (tiroxina) e, portanto, precisam ser convertidos na forma ativa que é o T3 no corpo.

O correto é que essa conversão de T4 em T3 aconteça adequadamente, mas muitas pessoas não conseguem converter T4 em T3.

E o que pode inibir a conversão do T4 em T3 no organismo?

Muitos fatores:

  • Fígado e Rins sobrecarregados ou doença já pré – estabelecida;
  • Disfunção hormonal em especial baixa progesterona;
  • Uso de certos medicamentos;
  • Deficiência de nutrientes em especial Selênio, Zinco e Ferro;
  • Deficiência de Iodo (o excesso quando usado de forma indiscriminada, também pode prejudicar);
  • Estresse;
  • Obesidade;
  • Diabetes;
  • Cigarro;
  • Muito álcool;
  • Pesticidas;
  • Metais tóxicos.

03 – Quanto tempo posso ficar sem a minha medicação para tireoide?

Embora seja bom desenvolver uma rotina consistente para tomar sua medicação para a tireoide, geralmente não é um problema perder uma dose, ocasionalmente.

Porém, ficar sem a medicação por dias, ou para-la sem a indicação do seu médico, pode trazer sintomas e até consequências sérias.

Se você fez a retirada total da glândula, ou tem uma doença na qual você precisa de grandes doses da medicação, entende-se que não haverá mais hormônio tireoidiano sendo produzido pelo seu organismo, ou estará em um mínimo funcionamento.

Sinais e sintomas vão voltar como

  1. Ganho de peso;
  2. Sonolência;
  3. Desânimo;
  4. Pele seca;
  5. Queda de cabelo;
  6. Unhas fracas;
  7. Depressão;
  8. Doença cardíaca;
  9. Além de alteração do colesterol;
  10. Infertilidade;
  11. A até anemia.

Lembre-se que um tratamento efetivo não deve ser pensado apenas em uso da medicação, e sim num conjunto de fatores.

Mas, em muitos casos, a medicação é muito importante no controle da doença.

04 – Você está absorvendo bem sua medicação para a tireoide?

Muitas pessoas precisam de um tempo maior de jejum tomando a medicação. Normalmente se recomenda tomar 30 minutos antes da refeição, mas, algumas pessoas precisam de 1 hora.

Se você sente que sua medicação não está sendo eficiente, faça o teste de aumentar o tempo de jejum para 1 hora.

A vitamina C pode ajudar a aumentar a absorção de medicamentos para a tireoide.

Certos alimentos, medicamentos ou problemas de saúde podem fazer com que você absorva mal o hormônio da tireoide, reduzindo efetivamente a dose.

Distúrbios gastrointestinais

Certos medicamentos

  • Colestiramina;
  • Colesevelam;
  • Ciprofloxacina;
  • Hidróxido de alumínio;
  • Sevelâmero ou inibidores da bomba de prótons também podem prejudicar a absorção se usado próximo à medicação da tireoide.

Certos suplementos

  • Carbonato de cálcio;
  • Citrato de cálcio
  • Acetato de cálcio;
  • Sulfato de ferro.

05 – Quais exames principais devo fazer para checar a saúde da tireoide?

Seu médico pode solicitar um painel da tireoide se suspeitar de um problema com a tireoide ou se quiserem ajudar a monitorar a medicação para a tireoide, ou mesmo como preventivo.

Muitos médicos rastreiam distúrbios da tireoide apenas com exames de sangue como TSH e T4 livre.

Um painel abrangente da tireoide geralmente inclui os seguintes exames:

  1. TSH;
  2. T4 total e Livre;
  3. T3 total e Livre;
  4. T3 Reverso;
  5. Anti-TPO;
  6. Anti-TG;
  7. Anti-Receptor de TSH (trab);
  8. Ultrassom da tireoide com doppler colorido e elastografia.

Quais exames complementares podem ajudar no tratamento das doenças da Tireoide

  1. Cortisol salivar;
  2. Leptina;
  3. Insulina;
  4. Exames genéticos como o MTHFR entre outros (quando possíveis);
  5. Painel hormonais;
  6. Rastrear vírus, fungos e vermes;
  7. Vitamina D3;
  8. Vitamina B12;
  9. Ácido fólico;
  10. Ferritina;
  11. Magnésio;
  12. Zinco;
  13. Selênio;
  14. Iodo.

Também, dependendo dos sintomas podemos pedir:

  1. Exame de sensibilidades alimentares;
  2. Perfil intestinal como exame de fezes abrangente;
  3. Mineralograma para verificar toxicidade por metais.

06 – Pessoas com distúrbios da tireoide correm um risco maior de depleção de nutrientes?

Sim! As deficiências nutricionais são uma via de mão dupla, quando se trata principalmente de doença autoimune da Tireoide.

As deficiências de nutrientes (especialmente os níveis anormais de ferritina) podem contribuir para os sintomas da tireoide e podem até mesmo desencadear ou exacerbar doenças da tireoide, enquanto os distúrbios da tireoide podem também levar à depleção de nutrientes.

Os hormônios tireoidianos determinam nosso metabolismo em todo o corpo e o trato digestivo não é poupado, principalmente os intestinos.

Uma quantidade insuficiente de hormônios da tireoide torna a absorção de nutrientes mais difícil e menos eficiente e pode por si só levar a deficiências de nutrientes.

Além disso, a maioria das pessoas com problemas de tireoide terá baixo teor de ácido estomacal (ácido clorídrico ou HCl), que é necessário para quebrar as proteínas.

Isso pode levar ao esgotamento dos aminoácidos, vitaminas B, ferro, zinco e outros nutrientes obtidos a partir das proteínas.

É por isso que recomendo testar alguns nutrientes essenciais para a saúde da tireoide.

07 – Qual a importância da Ultrassonografia de tireoide, em especial a Elastografia?

Normalmente a avaliação da função tireoidiana é feita com exames de sangue pela maioria dos médicos, mas, o Ultrassom de tireoide pode mostrar alguns aspectos muito importantes, por isso faz parte da rotina de pedidos para os meus pacientes na Clínica HRI.

Por exemplo

  • O USG de tireoide pode mostrar dimensões anormais da glândula, mesmo quando os exames de sangue estão normais.
  • Pode mostrar a presença de cistos e nódulos.
  • Pode avaliar se a ecotextura é homogênea ou heterogênea, ajudando a rastrear alguma anormalidade.
  • Em especial o exame de ultrassonografia com Doppler colorido e elastografia, pode ajudar no estudo da estrutura e da vascularização dos nódulos, podendo indicar possíveis malignidades.

Elastografia de Tireoide

A Elastografia de Tireoide é realizada com a mesma técnica da ultrassonografia, com ultrassom adaptado para mensurações típicas da elastografia.

O que muitos pacientes não sabem é que, em alguns casos, a biópsia de um nódulo da tireoide pode ser substituída pela elastografia, pela sua precisão na identificação desses nódulos, sendo um exame indolor e seguro.

Observe que a necessidade de uma biopsia de nódulo ainda pode ocorrer, caso a Elastografia identifique uma possível malignidade ou necessidade.

Também com essa técnica moderna é possível notar o processo inflamatório da glândula, assim identificando com mais precisão e inicialmente em doenças como Tireoidite de Hashimoto, mesmo quando os anticorpos no sangue ainda não estão elevados, ou pouco elevados.

Como funciona a Elastografia?

Cada tecido do corpo humano tem uma elasticidade específica e alterações nesta elasticidade podem indicar problemas.

A elastografia utiliza ondas sonoras para medir essa elasticidade, observando assim se existem áreas mais rígidas do que o normal.

Mais do que apenas uma alternativa à biópsia, o procedimento permite:

  • identificar ou descartar a existência de doenças;
  • avaliar a extensão das complicações;
  • indicar os riscos que o paciente corre e verificar em qual estágio uma doença está, e isso não só para a tireoide, mas para outras partes do corpo também.

Na Clínica HRI, a Dra. Ana Paula Rodrigues é médica e Ultrassonografista especialista em Ultrassom com Elastografia, realizando com maestria o exame em nossos pacientes.

Quer saber mais? Entre em contato: WhatsApp (11) 97130-1312

08 – É possível deixar de tomar medicação para a tireoide? Ou é para o resto da vida?

A cura ou remissão de doença da tireoide é muito mais do que simplesmente tomar medicamentos.

Muitos médicos vão dizer que não há nada que possa fazer a não ser tomar medicamento para o resto da vida, muitas vezes em doses crescentes, enquanto a tireoide continua a ser danificada.

No entanto, isso não é verdade!

Já foi relatado em estudos que a função tireoidiana retornou espontaneamente em 20% dos pacientes com doença de Hashimoto. Neste caso, podendo até mesmo ficar sem a medicação.

Mas isso depende muito de vários fatores como:

Hipotireoidismo subclínico

Hipotireoidismo subclínico tratado corretamente, pode ser possível voltar ao estado normal sem a necessidade de medicação.

Em alguns casos precisamos usar de medicação por um tempo a fim de melhorar sintomas iniciais.

A maioria das causas de doenças da tireoide são devido a doenças autoimunes, incluindo as doenças de Hashimoto e Graves.

Essas condições resultam no ataque do sistema imune à tireoide porque o sistema imunológico está desequilibrado.

Tratamento integrativo

Em alguns casos, essas condições tratadas inicialmente, podem ter uma boa chance de remissão e de não precisar de medicação de uso contínuo.

Mas isso só é possível através de um tratamento integrativo, onde buscamos reequilibrar a função imunológica através de diversas ações.

Se você não resolver as causas básicas de sua condição, sua própria produção de hormônio tireoidiano pode se deteriorar com o tempo, o que significa que você pode precisar de aumentos constantes da dose do hormônios.

Seria muito gratificante se todos os casos pudessem não precisar mais de medicação de uso contínuo, mas, tenha em mente que mesmo que esse não seja o seu caso, uma remissão da doença assim estabilizando em uma dose mínima possível o hormônio e parando a destruição da sua glândula, é um importante caminho.

09 – Como tratar a Tireoidite de Hashimoto?

Além de otimizar os hormônios da tireoide, muitas vezes com a necessidade de usar medicação, as pessoas com Hashimoto precisam tratar as causas de base, algumas mais complexas, porém essas a seguir são as mais comuns:

Curando o Leaky Gut

A Hiper permeabilidade intestinal é um dos fatores que devem estar presentes para que ocorra a autoimunidade (em conjunto com a genética).

Um intestino que vaza, tem espaços na parede intestinal que permitem que moléculas e substâncias irritantes passem pelo sistema digestivo e entrem na corrente sanguínea.

Em um intestino que vaza, infecções, vírus e partículas de alimentos que conseguem entrar no corpo através da parede intestinal, podem causar sensibilidades alimentares e uma série de outros sintomas.

Essa irritação/inflamação pode interromper a capacidade do sistema imunológico de se autorregular e colocar o corpo em um “modo de ataque” perpétuo que é não permitirá a cura ou remissão.

Mesmo aqueles que não apresentam sintomas gastrointestinais aparentes podem ter um intestino hiper permeável, portanto eu trato o intestino de todos os pacientes que apresentam doenças autoimunes.

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Identificando as sensibilidades alimentares e mudando a dieta

Melhorando a alimentação e retirando alimentos que causam sensibilidades e também aumentam a permeabilidade intestinal, é um passo bem importante.

As sensibilidades alimentares mais comuns encontradas em pessoas com Hashimoto são:

  • Glúten;
  • Leite e laticínios;
  • Soja;
  • Grãos (milho, em particular);
  • Amendoim;
  • Solanácea (batata, tomate e pimentão).

Muitas pessoas se sentem melhor com uma dieta sem glúten.

Porém, vale lembrar que quem tem tireoidite de Hashimoto, tem uma predisposição maior a ter ou desenvolver doença celíaca.

Portanto, é recomendado fazer exames para Doença celíaca.

Corrigindo a Depleção de nutrientes

Deficiências de micronutrientes são comuns em pessoas com Hashimoto.

A deficiência de nutrientes também podem ocorrer como consequência da falta de hormônios tireoidianos, mas muito mais frequente como:

  • resultado da ingestão de alimentos pobres em nutrientes;
  • inflamação causada por infecções ou sensibilidades alimentares;
  • desequilíbrio de bactérias intestinais;
  • e falta de ácido estomacal.

Essas deficiências de nutrientes contribuem para o desenvolvimento de Hashimoto, bem como muitos de seus sintomas.

Restaurar os níveis de nutrientes de uma pessoa por meio de alimentos ricos em nutrientes, suplementação e otimização da digestão, são algumas das maneiras mais rápidas e eficazes para melhorar os sintomas e estabilizar a doença.

Gerenciando a resposta ao estresse

O estresse afeta muitas funções corporais diferentes, incluindo:

  • O metabolismo;
  • Produção de hormônios;
  • A regulação do sistema imunológico;
  • E a resposta emocional.

A função tireoidiana também diminui em uma situação estressante.

Além disso, níveis alterados de cortisol, causados por estresse crônico, podem causar hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) e hiperglicemia (alto nível de açúcar no sangue).

Removendo Toxinas

É um desafio escapar das toxinas de nosso ambiente porque elas estão em toda parte – cosméticos, produtos para a pele, pesticidas, gases de escapamento, mofo na nossa residência – a lista é longa!

Tudo o que inalamos, ingerimos e absorvemos em nossa pele, acaba circulando e re-circulando em nosso corpo.

Estamos frequentemente expostos a xenoestrogênios (encontrados no BPA, soja, ftalatos, parabenos, etc.), que podem aumentar o TSH e perpetuar o ataque autoimune à tireoide.

Algumas outras formas de toxinas como bromo, cloro e flúor, que podem competir com receptores na glândula tireoide e se acumular em nosso tecido tireoidiano, levando à inflamação e morte das células tireoidianas, visto que são estruturalmente semelhantes ao iodo.

O flúor, em particular, pode causar estragos na tireoide.

O que recomendo tratar?

  1. Infecções bacterianas, fúngicas, parasitárias;
  2. Infecções crônicas (como super crescimento bacteriano no intestino delgado ou SIBO, Blastocystis hominis, super crescimento de Candida e H. pylori) são os gatilhos de Hashimoto que recebem o mínimo de atenção, mas identificá-los e tratá-los pode até resultar em remissão completa.
  3. Algumas infecções por vírus também podem desencadear alterações na tireoide, inclusive o COVID-19.

10 – A naltrexona em baixa dose (LDN) pode ser útil no tratamento da doença de Hashimoto?

A naltrexona é um medicamento usado nas doses de 50 mg a 100 mg por dia com o objetivo de ajudar os dependentes de heroína ou ópio, bloqueando o efeito de tais drogas.

No entanto, descobriu-se que doses baixas de 1,5 a 4,5 mg por dia desse medicamento afetam positivamente o sistema imunológico.

Eles também se mostraram promissores na melhoria dos casos de doenças autoimunes, incluindo Hashimoto e Fibromialgia, bem como outras condições relacionadas ao sistema imunológico, como câncer e HIV / AIDS.

Também foi relatado que a naltrexona modula a função imunológica por meio do aumento da produção de endorfina endógena, reduzindo a inflamação, promovendo a síntese de DNA e melhorando a motilidade no trato gastrointestinal para facilitar a cura.

A naltrexona em baixa dosagem (LDN) equilibra o sistema imunológico, fazendo um trabalho de “desligar” as células que causam autoimunidade!

Este medicamento está disponível apenas sob prescrição médica e pode ser combinado em doses mais baixas nas farmácias especializadas em manipulação.

11 – BÔNUS: Vídeos do Canal do Dr. Alain Dutra sobre Tireoide

Como fazer sua tireoide funcionar direito

Hipotireoidismo – Tireoide que não funciona direito

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Conheça o tempero que pode ajudar a tratar a tireoidite de hashimoto

O portador de Hashimoto pode usar extrato de tireoide?

Tireoidite de Hashimoto

https://www.youtube.com/watch?v=sc7cMHHJleU

36ba000bbef6eff0bba1f0259a77102f?s=96&r=g
Dr. Alain Dutrahttps://artigos.alainuro.com
Dr. Alain Dutra é médico urologista e aplica a Medicina Funcional, Integrativa e de Estilo de vida e princípios ortomoleculares.

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